Sexta-feira, Junho 20, 2008

Mautoristas


A revista veja de 11/06 traz um teste de agressividade no trânsito, um dos
principais motivos de stress nas metrópoles. As situações do teste são bem
comuns e até rotineiras no meu dia-a-dia e aposto que no da maioria das
pessoas em Fortaleza também. É impressionante como os motoristas são
imprudentes e mal educados. Não sabem pra que serve a seta do carro, não dão
passagem mesmo andando que nem tartaruga, os ônibus fecham os carros menores
sem a menor preocupação com os demais.


Outro dia estava na Pontes Vieira com Virgílio Távora e o ônibus, que
queria virar à esquerda, estando na faixa da direita, simplesmente impediu
os motoristas que estavam na faixa certa dobrarem para a direita, que estava
com o sinal aberto. Ele não se incomodou com as buzinas de protesto e fez
todo mundo esperar o sinal da esquerda abrir. Não é um abuso?


Pelo menos uma vez por semana encontro uma batida no entorno do shopping
Iguatemi. É só passar por lá na hora de pico. Ora, se todo mundo já sabe que
o trânsito lá é mesmo um caos, então pra que perder a paciência e bater no
carro do coleguinha? O negócio é procurar uma distração: contar os carros,
cantar, fazer palavras cruzadas, ou coisa do tipo. Mas sem esquecer de
manter as portas travadas e o vidro bem fechado. O lugar já tem fama e não é
bom vacilar, mesmo com os guardas que, graças a Deus, estão constantemente
por lá.


Não vim propor solução, apenas protestar. Afinal, para má educação não
parece haver remédio.


Ah, resultado do meu teste: Seu comportamento é adequado. Você se irrita
com as barbeiragens dos maus motoristas, o que é normal, mas não reage às
agressões. Com essa atitude, você evita a maioria das situações que costumam
despertar a agressividade dos outros.


E se me encontrarem no trânsito, por favor, não buzine.

Quinta-feira, Maio 15, 2008

Sei que já é frase feita aqui neste blog, mas estou retomando as atividades. Peço desculpas ao meu fã clube (?) pela ausência e agradeço por insistir no meu retorno. Isso me faz parecer muito importante, ou melhor, mais importante do que já sou!
Como é o primeiro post do ano, falemos sobre amenidades. Tal qual o primeiro dia de aula, vamos apresentar os objetivos e métodos que adotaremos:
No início, resolvi ter um blog para poder dizer coisas que estavam engasgadas ou que eu não sabia bem como dizer, por isso não havia nenhuma divulgação dele, achava que estava escondido, exceto pelo fato de estar na internet. Talvez tenha me exposto demais, mas faz parte do aprendizado.
Amigos descobriram meu blogzinho e ele passou a ser um canal de muita interação com meus amigos visitantes. Pena que o meu antigo sistema de comentários tenha desaparecido e, ao olhar posts antigos, a conversa fica meio sem sentido, como se estivéssemos ouvindo uma pessoa falando ao telefone sem saber o que o outro lado diz. Foi uma boa época, mas como toda mania passa, passou também. Muitos inclusive deletaram seus blogs. Preferi deixar o meu quietinho ali no canto, já havia me apegado.
Depois, veio a fase HTML. Aprendi a fazer coisinhas com os códigos secretos inventados por seres que complicam tudo para poder vender uma solução descomplicante. Figurinhas aqui, ali, mouse mudando de cor, música, coisas piscantes, todas as marmotas possíveis e imagináveis eu já usei.
Já pensei mil vezes em destruir tudo, mas sendo uma coisa minha, não consegui. Tenho o hábito de guardar tudo. Gosto de lembrar o que vivi através de objetos e coisas do tipo. Vejo que fiz escolhas erradas, vi que escrevi idiotices, cafonices, mas não posso me negar. Não posso dizer que nunca fiz o que eu fiz, nem que um dia tenha pensado diferente do que penso agora. Não posso negar que vivi e que vivo.
Pensei em definir um estilo pro meu blog, talvez opinativo, talvez informativo, mas decidi que ele continuará tendo o meu jeito e terá aqui tudo o que eu quiser compartilhar: alegrias, tristezas, opiniões, notícias e até mesmo bobagens porque tudo isso me compõe, tudo isso é Coisa Minha.

Domingo, Junho 24, 2007

Recebi pela newsletter da revista Caros Amigos e tinha que compartilhar:

Estamos às portas do Pan

por Juca Kfouri

Do Pan dos desatinos, do orçamento estourado quatro vezes.
Porque, segundo as autoridades, o Rio foi preparado para muito mais, para ser sede da Olimpíadas.
Mesmo que não se tenha saneado a baía da Guanabara, a lagoa Rodrigo de Freitas, não se tenha ampliado o metrô nem o transporte de barcas, nada, embora tudo tenha sido prometido.
A chance de o Rio ser sede de uma Olimpíada nos próximos 20 anos é zero.
Mas estamos às portas do Pan.
Relaxe e goze, pois, como diria o..., como diria a...
Afinal, o estupro foi mesmo inevitável.
E a gente gostamos de esporte.
Ainda bem que teremos um maravilhoso torneio de futebol no Engenhão, com a Seleção Brasileira...sub-17.
Felizmente os norte-americanos vêm com seu quinto time de basquete, se tanto, e os argentinos, campeões olímpicos, com o terceiro, se tanto.
Porque o nosso time de basquete também será o segundo, se tanto, já que nenhum dos nossos que jogam na NBA virão.
A vontade que dá é a de seguir no caminho da ironia.
Mas não dá.
Porque o que dá é raiva.
Raiva da chance que o Brasil desperdiça ao não fazer do Pan uma oportunidade de inclusão social por meio do esporte.
Raiva de ver essa cartolagem que nos assola nadar de braçada no dinheiro público e mentir sem pudor.
Houve até quem dissesse (o ministro do Esporte, Orlando Silva) que o planeta estará de olhos voltados para o Rio.
Mas na Europa nem se sabe o que é o Pan.
E nem mesmo em países como Estados Unidos ou Argentina, que dele participam, a competição desperta qualquer interesse.
Que dirá na Ásia, na África, na Oceania!
O Pan era para ser evento nosso, muito nosso, para estimular essa gente bronzeada a entender o valor da prática esportiva.
Uma competição para cidades como Salvador, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Floripa, Porto Alegre, talvez, Brasília.
Jamais para o Rio ou São Paulo.
Vamos viver dias, isto sim, de hipocrisia explícita.
A TV aberta, sócia do Pan e, portanto, absolutamente acrítica em relação aos seus milhões de pecados, exaltará o ouro dos tolos e criará uma expectativa que tornará os Jogos Olímpicos de Pequim, no ano que vem, palco de grande frustração nacional.
Porque os resultados que aqui acontecerão, com raras exceções, se houver, não significarão rigorosamente nada em relação às marcas mundiais.
O Pan, enfim, é um evento menor.
Maior torna-se o escândalo do dinheiro nele investido.
E as CPIs, tanto municipal, quanto estadual e federal, inevitáveis.
Mas devolver o dinheiro do povo que é bom, nem pensar.
Estamos às portas do Pan.
Não é para amá-lo nem deixá-lo, que não somos disso.
Mas deveremos cobrá-lo.
Até o fim.



Juca Kfouri é jornalista.

Sexta-feira, Junho 22, 2007

Sobre os educadores municipais...

Contextualizando: Professores da rede municipal de ensino de Fortaleza entraram em confronto com a polícia durante votação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários- PCCS. Atiraram cadeiras e receberam sprays de pimenta em troca.

Que educação é essa?


Veja bem quem anda 'educando' os filhos de Fortaleza. Se os representantes da categoria comportam-se dessa forma, o que se pode esperar? Coitados dos demais professores que acabam levando a fama por causa desse tipo de atitude.
Sei que negociações, especialmente relativas a salários, são difíceis e levam alguns ao desespero. Mas a cena não deixa de ser lamentável.
Não se trata de como deve funcionar as leis, mas sim de questão civilizatória. Não creio que nenhum pai/mãe gostaria que o professor de seu filho/filha fosse capaz de ato tão animalesco.
Que esperança teremos na educação? Professores mal pagos: sem estímulo e sem educação.

Quinta-feira, Fevereiro 22, 2007

Tudo que é bom dura pouco

Sei que há controvérsias, mas bom mesmo é poder se desligar do mundo e, como diria um amigo meu, 'ir pra galera'! Foi o que fiz neste carnaval. Praticamente uma terapia anti-stress. Voltei leve como um isopor, ou até mais.
Agora, a realidade chama de volta para os mesmos assuntos: política, violência, reprovação e dor de cotovelo, mas hoje estou feliz demais pra falar sobre esses assuntos.

Quinta-feira, Fevereiro 15, 2007

O que é que está acontecendo no mundo?
Alguém mais aí acha que as coisas estão fora de controle ou apenas eu? No tempo em que eu era fisicamente criança, não se via notícias assim....

"Menino de 12 anos mata a avó a facadas

JAPERI - Um menino de 12 anos foi preso em Japeri, cidade na Baixada Fluminense, no Rio de Janeiro, acusado de matar a avó, Ilza Pereira da Silva, de 66 anos, a facadas. O crime foi na noite de quarta-feira.

Conforme a Rede Globo, um motoqueiro, que passava no local, teria visto o garoto arrastar o corpo até um matagal. O menino estava visivelmente drogado e tinha uma garrafa de solvente na mão. A testemunha chamou a polícia, que o prendeu.

O garoto teria confessado o crime além de dizer que colocaria o corpo no trilho do trem para simular um atropelamento. Na casa da família, os policiais acharam a faca suja de sangue e o chão limpo - o que indicaria que o crime foi premeditado. "

Do jornal O Tempo, de Minas Gerais.

Quinta-feira, Fevereiro 08, 2007

Eu não resisto a um teste! :)
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border="0" alt="You are Debian Linux. People have difficulty getting to know you. Once you finally open your shell they're apt to love you.">
Which OS are You?